A pluralidade cultural no ensino da música

Pluralidade cultural se refere basicamente à variedade de costumes e crenças que são apresentadas dentro de uma coletividade. Os costumes e crenças são resultantes das vivências familiares, sociais, religiosas, etc., que se encontram e se fundem na escola; para o bem e para o mal.

Os “costumes” podem ter um sentido amplo e complexo se analisarmos seus aspectos geradores. Tomando como exemplo dois adolescentes: um que não tem o hábito de ler, embora seus pais tenham formação acadêmica e tenham que ler com frequência; e outro, que lê habitualmente, todavia seus pais têm apenas o ensino médio e não têm muito gosto pela leitura. Esses dois adolescentes estarão juntos em uma classe escolar apresentando diversos costumes diferentes e semelhantes oriundos, ou não, de suas vivências familiares.

As crenças podem estar associadas a diversos aspectos sociais podendo ser religiosos ou não. Por exemplo, muitos jovens acreditam que determinados gêneros musicais representam sua classe social e assim lhes serve como um tipo de escudo social. Outros vêm em pequenos grupos (tribos) uma forma de fugir de suas realidades e assumirem novas identidades sociais, seja para se sentirem protegidos ou em evidência.

Essa “pluralidade cultural” se mostra um desafio para professor porque exige dele a compreensão de seus diversos aspectos e origem, pois só assim ele saberá lidar com as manifestações dessa pluralidade que acontecem em sala de aula.

Dentro do Ensino da Música é possível implementar várias ações para que o respeito à pluralidade cultural seja efetivo na escola. A primeira ação se dá com o próprio educador respeitando essa pluralidade. Por exemplo, quando um aluno manifesta sua admiração por um determinado gênero musical e é preciso que o professor exponha os aspectos históricos e técnicos sobre ele. Deverá expô-los respeitosa e cautelosamente para que o aluno não se sinta ofendido ou humilhado no caso de os aspectos serem negativos.

Outra ação que pode ser utilizada é a valorização da particularidade do aluno para o crescimento coletivo. Trabalhar músicas que sejam das preferências dos alunos pode ajudar à classe a respeitar e valorizar algo que é muito importante e representativo para o seu próximo.

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A necessidade do domínio da língua portuguesa para atender ao mercado de trabalho

A falta de habilidade para escrever e falar corretamente é um problema que atinge, tanto aos profissionais que buscam se encaixar no mercado de trabalho, quanto as empresas que buscam profissionais com essa capacidade. Além disso, os profissionais atuantes nas mais diversas áreas também estão carentes de revisão na sua forma de escrever e falar, pois até mesmo nos níveis acadêmicos de forte expressão há uma notável dificuldade no domínio da língua portuguesa. Todavia, o acesso ao conhecimento e seu compartilhamento por meio da internet torna-se um aliado para todo profissional que quer aperfeiçoar-se buscando uma melhor compreensão e, consequentemente, melhor uso da língua portuguesa, tanto para escrever, quanto para falar.

A falta do hábito da leitura de livros, jornais, artigos, etc. é um dos fatores que fazem com que o profissional se distancie a cada dia mais da boa prática da língua portuguesa. Não é novidade que a leitura é de extrema importância para pôr em prática o conhecimento adquirido e ampliar o domínio das normas que compõem a língua formal. A volta aos livros, às pesquisas e aos cursos específicos proporcionam ao profissional, empregado ou não, a possibilidade de atualizar-se, recompor em sua memória conteúdos esquecidos, e, até mesmo, aprender normas que foram deixadas para trás ao longo de sua trajetória escolar. Vale ressaltar a contribuição negativa proporcionada pela má qualidade do ensino no Brasil, que se reflete na formação e preparação dos alunos para a vida e para o mercado de trabalho.

Obviamente, fatores como a falta de hábito da leitura e deficiências no ensino do conteúdo da língua formal geram profissionais desabilitados para a boa prática da língua portuguesa escrita e falada, implicando em dificuldades, tanto no acesso ao mercado de trabalho, quanto no bom rendimento e aproveitamento de oportunidades oferecidas dentro das próprias empresas para profissionais enquadrados. Partindo dessa verdade, o profissional tem a real necessidade de buscar o domínio da língua portuguesa formal para a sua prática em escrita e fala, e, então, atender às demandas impostas nas oportunidades oferecidas pelo mercado de trabalho.

A relação entre dinheiro e ética

Todas as pessoas precisam de dinheiro para sua sobrevivência, principalmente no tempo do chamado capitalismo financeiro e do consumismo. Produtos e serviços de todos os tipos e valores são oferecidos massivamente pelos veículos de comunicação para todas as classes sociais. Para facilitar o acesso a esses produtos e serviços, os bancos oferecem seus empréstimos e financiamentos a juros altos maquiados por boa propaganda.

Partindo desta necessidade de ter o dinheiro para sobreviver nesse contexto, ou se adequar a ele, surgem os meios para se adquirir os recursos financeiros. Então, as pessoas passam a se relacionar com as fontes geradoras, e é neste ponto que surge a relação entre dinheiro e ética. Muitas dessas fontes podem fugir às noções éticas proporcionando, por meios escusos, benefícios indevidos que colocam o beneficiário às margens da legalidade, portanto, sujeito ao rigor das leis.

Por isso, toda pessoa deve preservar os valores éticos para todos os propósitos, inclusive na relação com o dinheiro.

Editor de partitura para Linux

O editor de partitura que eu uso há alguns anos é o MuseScore, ele é um software livre que atende muito bem as necessidades de quem quer trabalhar com partituras das mais variadas formas, pois, possui um amplo leque de recursos. A questão é que para instalar no Linux é preciso um pouco de paciência. Eu utilizo um Linux Mandriva, e com os resultados das pesquisas feitas na internet achei que seria impossível utilizá-lo no Mandriva. Então resolvi fazer um contato direto com o Suporte MuseScore, e tive resposta rápida (menos de 48 horas) e objetiva nos termos:
Oi Juarez,
Obrigado por entrar em contato conosco.
Você pode instalar o MuseScore 2.0.3 através do AppImage. https://musescore.org/en/handbook/install-linux#AppImage

Confesso que, mesmo seguindo as orientações, não consegui, pois, estava cometendo um pequeno erro numa das páginas. Pedi ajuda de um colega que trabalha com computação, com experiência em Linux, então ele seguiu as orientações do link acima e concluiu para mim. Já estou a cinco meses utilizando o MuseScore no Linux Mandriva da mesma forma que usava no Windows.

Forte abraço.

Tosse com engasgo noturno

Juarez Barcellos - Jaqueira

Em meados de Fevereiro deste ano (2013) fui surpreendido por um sintoma noturno assustador que me levou a passar sete noites com medo de morrer. Inicialmente era só tosse causada por pigarro, mas rapidamente se transformou em engasgo assustador; passei a dormir sentado em cadeira e beber muita água, pois ela fazia descer da minha garganta alguma substância que causava tosse e, consequentemente, o engasgo. Numa noite fiquei tão tenso tentando controlar a tosse e o engasgo, que o medo de desmaiar passou a ser outra preocupação. Consultei-me com seis médicos, tomei xaropes de carbocisteína, maleato de dexclorfeniramina+betametasona, fiz nebulização, usei Decadrom injetável, fiz raio x dos pulmões , eletrocardiograma e ecocardiograma, assim descobri que tenho a válvula aorta bicúspide, mas isso não vem ao caso.

Dos seis médicos, três me recomendaram procurar um otorrino, e um deles diagnosticou doença do refluxo, aconselhou-me a consultar um gastroenterologista e alegou não poder receitar nenhum medicamento, pois naquele momento eu não estava em crise. Consultei-me com um gastro, ele me receitou omeprazou  (doze dupla|80mg/dia) depois de minha forte insistência e de afirmar que um clínico geral havia diagnosticado doença do refluxo, pois o mesmo afirmava que não eram sintomas de tal doença, então ele me encaminhou para um otorrinolaringologista e pediu uma endoscopia. Eu já estava tomando omeprazou há dois dias receitado por outro médico que confiou no diagnóstico dado pelo clínico, porém ainda não era a doze certa para o tratamento (doze dupla).

O otorrino afirmou imediatamente que eram sintomas de doença do refluxo (DRGE), mandou permanecer com com o omeprazol em doze dupla durante trinta dias, no mínimo, falou sobre a dieta que eu já estava fazendo, recomendou levantar um pouco a cabeceira da cama, fez uma vídeo laringoscopia, porém não teve boa visualização; então pediu uma tomografia computadorizada, pois a tosse fortíssima poderia ter causado algum dano. Nessa consulta tive a percepção de estar diante de um profissional competente, tanto pela capacidade técnica, quanto pela humildade de não subestimar o paciente, que, nos dias atuais, tem diante de si uma ferramenta de pesquisa extremamente democrática e riquíssima, que é a internet.

Concluindo: após uma semana fazendo uso do omeprazol em doze dupla (80 mg/dia, 40 pela manhã e 40 a tarde), não tive mais crise; tomei esta doze durante sessenta dias e estou a sessenta dias usando a 40 mg/dia (20 mg pela manhã e 20 mg a tarde). Mudei a forma de me alimentar, passei a fazer pequenas refeições a cada três horas  e não me deito antes de duas horas após ter feito uma refeição. Emagreci oito quilos em dois meses e ainda estou quatro quilos acima da minha média, todavia, posso desenvolver meus projetos em paz. 

Atualização em 09/08/2013: depois dos sessenta dias com 80mg (40 pela manhã e 40 a tarde) e noventa com 40mg (20 pela manhã e 20 a tarde), passeia usar somente 20mg a tarde. Não tive mais crise e estou muito bem.

Graças a Deus! Um agradecimento especial à minha esposa Érica por ter cuidado de mim!

Este relato é acessado todos os dias, por isso, decidi anexar parte de um estudo científico sobre o assunto para dar maior esclarecimento ao leitor. Leia atentamente:

DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO: revisão ampliada 

Ary NASI1, Joaquim Prado P. de MORAES-FILHO2 e Ivan CECCONELLO1  (p. 4 do arq. e 337 da obra)

Há tendência em tratar os pacientes com diagnóstico de esofagite com IBP*, em dose plena*, por 6 a 12 semanas. Alguns autores propõem administração de dose dobrada (o dobro da dose plena) para as esofagites de maior gravidade (graus III e IV de Savary-Miller ou C e D de Los Angeles).”

* IBP, sigla para Inibidores da bomba protônica (Omeprazol, Lansoprazol, Pantoprazol, Rabeprazol e Esomeprazol).

* IBP Dose plena diária: Omeprazol 40 mg // Pantoprazol 40 mg (quadro 2, p 4). Para ambos, a dose dobrada é 80 mg por dia. em duas tomadas, manhã e tarde,

“Em estudo baseado em revisão sistemática de literatura, todos os IBP foram melhores que a ranitidina e o placebo na cicatrização da esofagite.” 

“A história natural da DRGE ainda não é bem compreendida. De fato, embora os sintomas sejam crônicos e muitas vezes recorrentes, usualmente a esofagite não progride com o passar do tempo. Assim, apenas pequena proporção (menos de 15% dos pacientes sem esofagite ou com esofagite leve) progride para graus mais avançados da doença. Vale salientar que cerca de 80% dos pacientes com DRGE apresentam recidiva dos sintomas nos seis primeiros meses de interrupção do tratamento  medicamentoso. Nos casos em que é requerido o tratamento de manutenção, este deve ser feito utilizando-se IBP, empregando-se a dose mínima eficaz para controle dos sintomas.”

“O grande problema com o tratamento clínico da DRGE não é controlar os sintomas, mas sim manter os pacientes assintomáticos a longo prazo.”

“Visa o alívio dos sintomas, a cicatrização das lesões e a prevenção de recidivas e complicações. Do ponto de vista prático, objetiva-se reduzir o potencial agressivo do conteúdo gástrico, minimizando a agressão representada pelo ácido clorídrico do suco gástrico. Pode-se classificar a abordagem terapêutica em medidas comportamentais e farmacológicas, que deverão ser implementadas simultaneamente.” 

QUADRO 1 – Medidas comportamentais no tratamento da DRGE:

• Elevação da cabeceira da cama (15 cm).
• Moderar a ingestão dos seguintes alimentos, na dependência da correlação com os sintomas: gordurosos, cítricos, café, bebidas alcoólicas, bebidas gasosas, menta, hortelã, produtos de tomate, chocolate.
• Cuidados especiais para medicamentos potencialmente “de risco”: anticolinérgicos, teofilina, antidepressivos tricíclicos, bloqueadores de canais de cálcio, agonistas beta adrenégicos, alendronato.
• Evitar deitar-se nas 2 horas após as refeições.
• Evitar refeições copiosas.
• Redução drástica ou cessação do fumo.
• Reduzir o peso corporal (emagrecimento).

v. 43 – no.4 – out./dez. 2006 Arq Gastroenterol p.337 – Disciplinas de 1 Cirurgia do Aparelho Digestivo e Coloproctologia e 2 Gastroenterologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Felicidade a todos, espero que tenha contribuído.

Visite também:  http://drauziovarella.com.br/   http://www.abcdasaude.com.br/    http://saudedigestiva.blogspot.com.br/


Veja a postagem original (4 de junho de 2013) com mais de duzentos comentários:
https://juarezbarcellos.wordpress.com/2013/06/04/tosse-com-engasgo-noturno/
Leia também o relato da Isabel Amaro sobre a “tosse coqueluche”. Destaco em seu relato as três fases da doença e o fato de ser contagiosa:
https://juarezbarcellos.wordpress.com/2014/08/26/tosse-coqueluche/

Tosse com engasgo noturno

Juarez Barcellos - Jaqueira

Em meados de Fevereiro deste ano (2013) fui surpreendido por um sintoma noturno assustador que me levou a passar sete noites com medo de morrer. Inicialmente era só tosse causada por pigarro, mas rapidamente se transformou em engasgo assustador; passei a dormir sentado em cadeira e beber muita água, pois ela fazia descer da minha garganta alguma substância que causava tosse e, consequentemente, o engasgo. Numa noite fiquei tão tenso tentando controlar a tosse e o engasgo, que o medo de desmaiar passou a ser outra preocupação. Consultei-me com seis médicos, tomei xaropes de carbocisteína, maleato de dexclorfeniramina+betametasona, fiz nebulização, usei Decadrom injetável, fiz raio x dos pulmões , eletrocardiograma e ecocardiograma, assim descobri que tenho a válvula aorta bicúspide, mas isso não vem ao caso.

Dos seis médicos, três me recomendaram procurar um otorrino, e um deles diagnosticou doença do refluxo, aconselhou-me a consultar um gastroenterologista e alegou não poder receitar nenhum medicamento, pois naquele momento eu não estava em crise. Consultei-me com um gastro, ele me receitou omeprazou  (doze dupla|80mg/dia) depois de minha forte insistência e de afirmar que um clínico geral havia diagnosticado doença do refluxo, pois o mesmo afirmava que não eram sintomas de tal doença, então ele me encaminhou para um otorrinolaringologista e pediu uma endoscopia. Eu já estava tomando omeprazou há dois dias receitado por outro médico que confiou no diagnóstico dado pelo clínico, porém ainda não era a doze certa para o tratamento (doze dupla).

O otorrino afirmou imediatamente que eram sintomas de doença do refluxo (DRGE), mandou permanecer com com o omeprazol em doze dupla durante trinta dias, no mínimo, falou sobre a dieta que eu já estava fazendo, recomendou levantar um pouco a cabeceira da cama, fez uma vídeo laringoscopia, porém não teve boa visualização; então pediu uma tomografia computadorizada, pois a tosse fortíssima poderia ter causado algum dano. Nessa consulta tive a percepção de estar diante de um profissional competente, tanto pela capacidade técnica, quanto pela humildade de não subestimar o paciente, que, nos dias atuais, tem diante de si uma ferramenta de pesquisa extremamente democrática e riquíssima, que é a internet.

Concluindo: após uma semana fazendo uso do omeprazol em doze dupla (80 mg/dia, 40 pela manhã e 40 a tarde), não tive mais crise; tomei esta doze durante sessenta dias e estou a sessenta dias usando a 40 mg/dia (20 mg pela manhã e 20 mg a tarde). Mudei a forma de me alimentar, passei a fazer pequenas refeições a cada três horas  e não me deito antes de duas horas após ter feito uma refeição. Emagreci oito quilos em dois meses e ainda estou quatro quilos acima da minha média, todavia, posso desenvolver meus projetos em paz. 

Atualização em 09/08/2013: depois dos sessenta dias com 80mg (40 pela manhã e 40 a tarde) e noventa com 40mg (20 pela manhã e 20 a tarde), passeia usar somente 20mg a tarde. Não tive mais crise e estou muito bem.

Graças a Deus! Um agradecimento especial à minha esposa Érica por ter cuidado de mim!

Este relato é acessado todos os dias, por isso, decidi anexar parte de um estudo científico sobre o assunto para dar maior esclarecimento ao leitor. Leia atentamente:

DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO: revisão ampliada 

Ary NASI1, Joaquim Prado P. de MORAES-FILHO2 e Ivan CECCONELLO1  (p. 4 do arq. e 337 da obra)

Há tendência em tratar os pacientes com diagnóstico de esofagite com IBP*, em dose plena*, por 6 a 12 semanas. Alguns autores propõem administração de dose dobrada (o dobro da dose plena) para as esofagites de maior gravidade (graus III e IV de Savary-Miller ou C e D de Los Angeles).”

* IBP, sigla para Inibidores da bomba protônica (Omeprazol, Lansoprazol, Pantoprazol, Rabeprazol e Esomeprazol).

* IBP Dose plena diária: Omeprazol 40 mg // Pantoprazol 40 mg (quadro 2, p 4). Para ambos, a dose dobrada é 80 mg por dia. em duas tomadas, manhã e tarde,

“Em estudo baseado em revisão sistemática de literatura, todos os IBP foram melhores que a ranitidina e o placebo na cicatrização da esofagite.” 

“A história natural da DRGE ainda não é bem compreendida. De fato, embora os sintomas sejam crônicos e muitas vezes recorrentes, usualmente a esofagite não progride com o passar do tempo. Assim, apenas pequena proporção (menos de 15% dos pacientes sem esofagite ou com esofagite leve) progride para graus mais avançados da doença. Vale salientar que cerca de 80% dos pacientes com DRGE apresentam recidiva dos sintomas nos seis primeiros meses de interrupção do tratamento  medicamentoso. Nos casos em que é requerido o tratamento de manutenção, este deve ser feito utilizando-se IBP, empregando-se a dose mínima eficaz para controle dos sintomas.”

“O grande problema com o tratamento clínico da DRGE não é controlar os sintomas, mas sim manter os pacientes assintomáticos a longo prazo.”

“Visa o alívio dos sintomas, a cicatrização das lesões e a prevenção de recidivas e complicações. Do ponto de vista prático, objetiva-se reduzir o potencial agressivo do conteúdo gástrico, minimizando a agressão representada pelo ácido clorídrico do suco gástrico. Pode-se classificar a abordagem terapêutica em medidas comportamentais e farmacológicas, que deverão ser implementadas simultaneamente.” 

QUADRO 1 – Medidas comportamentais no tratamento da DRGE:

• Elevação da cabeceira da cama (15 cm).
• Moderar a ingestão dos seguintes alimentos, na dependência da correlação com os sintomas: gordurosos, cítricos, café, bebidas alcoólicas, bebidas gasosas, menta, hortelã, produtos de tomate, chocolate.
• Cuidados especiais para medicamentos potencialmente “de risco”: anticolinérgicos, teofilina, antidepressivos tricíclicos, bloqueadores de canais de cálcio, agonistas beta adrenégicos, alendronato.
• Evitar deitar-se nas 2 horas após as refeições.
• Evitar refeições copiosas.
• Redução drástica ou cessação do fumo.
• Reduzir o peso corporal (emagrecimento).

v. 43 – no.4 – out./dez. 2006 Arq Gastroenterol p.337 – Disciplinas de 1 Cirurgia do Aparelho Digestivo e Coloproctologia e 2 Gastroenterologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Felicidade a todos, espero que tenha contribuído.

Visite também:  http://drauziovarella.com.br/   http://www.abcdasaude.com.br/    http://saudedigestiva.blogspot.com.br/

Leia também o relato da Isabel Amaro sobre a “tosse coqueluche”. Destaco em seu relato as três fases da doença e o fato de ser contagiosa:


Veja a postagem original (4 de junho de 2013) com mais de duzentos comentários: https://juarezbarcellos.wordpress.com/2013/06/04/tosse-com-engasgo-noturno/
Leia também o relato da Isabel Amaro sobre a “tosse coqueluche”. Destaco em seu relato as três fases da doença e o fato de ser contagiosa:

Luz de óleo acesa no Peugeot 206

Este é apenas um relato de um problema que foi resolvido sem gastos desnecessários, algo que acontece quando se procura um mecânico desonesto, ou despreparado.

No início deste mês (junho de 2014) fui ao posto onde sempre faço a troca de óleo do meu Peugeot 206, porém, o refio de óleo estava em falta. Caí no erro de trocar o óleo sem trocar o refio. Três dias após, a luz do óleo começou a piscar, e permanecer acesa em marcha lenta. Fiquei preocupando, principalmente com a pressão da bomba de óleo. Procurei uma oficina próxima à minha casa e ao relatar o fato de trocar o óleo, porém não o refio, logo o mecânico disse: troca o refio. O auxiliar achou que seria inútil, mas obedeceu. Imediatamente após a troca o problema foi resolvido; parou de acender, ou piscar a luz de óleo.

O refio estava muito sujo, o carro já havia rodado mais de 10.000 Km com ele. Aliás, não deveria rodar tanto sem trocar o óleo. Lições aprendidas, não voltarei a cometer esses erros.

Tive susto, ma o meu gasto foi apenas com a compra do refio, pois não me cobraram a troca. Fiquei grato a eles pela honestidade e atenção imediata.