Palavras de Jesus a fariseus e escribas, intérpretes da lei

Leitura do livro do profeta Isaías, na sinagoga

O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. 4.18

Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. 4.21 Sem dúvida, citar-me-eis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; tudo o que ouvimos ter-se dado em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra.  4.23 De fato, vos afirmo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. 4.24 Na verdade, vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra; 4.25 e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Serepta de Sidom. 4.26 Havia também muitos leprosos em Israel nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o Siro. 4.27

Em Cafarnaum, a um paralítico (Lc 5.20) e a escribas e fariseus (Lc 5.22-24) 

Homem, estão perdoados os teus pecados. 5.20 Que arrazoais em vosso coração? 5.22 Qual é mais fácil, dizer: Estão perdoados os teus pecados ou: Levante-te e anda? 5.23 Mas, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados – disse ao paralítico: Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa. 5.24

Aos fariseus e seus escribas, quanto ao fato de seus discípulos não jejuarem

Os sãos não precisam de médico, e sim o doentes. 5.31  Não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento. 5.32 Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? 5.34  Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão. 5.35  Ninguém tira um pedaço de veste nova e o põe em veste velha; pois rasgará a  nova e o remendo da nova não se ajustará à velha. 5.36 E ninguém põe vinho novo em odres velhos, pois o vinho novo romperá o odres; entornar-se-á o vinho e os odres se estragarão. 5.37  Pelo contrário, vinho novo deve ser posto em odres novos [e ambos se conservam] 5.38 E ninguém tendo bebido o vinho velho, prefere o novo; porque diz: O velho é excelente. 5.39

A alguns fariseus, porque os discípulos de Jesus comiam espigas de milho num sábado

Nem ao menos tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele e seus companheiros? 6.3  Como entrou na casa de Deus, tomou, e comeu os pães da proposição, e os deu aos que com ele estavam, pães que não lhes era lícito comer, mas exclusivamente aos sacerdotes? 6.4  O Filho do homem é senhor do sábado.  6.5

Aos escribas e fariseus que procuravam em que acusá-lo

Que vos parece? É lícito, no sábado, fazer o bem ou o mal? Salvar a vida ou deixa-la perecer? 6.9

Ao fariseu Simão, que duvidara de Jesus em pensamento, num jantar em sua

Simão, uma coisa tenho a dizer-te. 7.40 Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e outro, cinquenta. 7.41 Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais? 7.42  (Simão respondeu: o primeiro) Julgaste bem. 7.43 Vê esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os meus pés; esta, porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com seus cabelos. 7.44 Não me deste ósculo; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés. 7.45 Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés. 7.46 Por isso, te digo: perdoados lhes são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. 7.47

A um escriba que provara Jesus com uma pergunta e quis se justificar com outra

(1ª pergunta: Que farei para herdar a vida eterna?) Que está escrito na lei? Como interpretas? 10.26  Respondeste corretamente; faze isto e viverás. 10.28 (2ª pergunta: Quem é o meu próximo? Porque havia respondido “amarás o teu próximo como a ti mesmo”)  

O bom samaritano (respondendo ao escriba)

Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. 10.30 Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo. 10.31 Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo. 10.32 Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. 10.33 E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. 10.34 No dia seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastar a mais, eu to indenizarei quando voltar. 10.35 Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mão dos salteadores? 10.36 Vai e procede tu de igual modo. 10.37

A um escriba comendo em sua casa

Vós, fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. 11.39 Insensatos! Quem fez o exterior não é o mesmo que fez o interior? 11.40 Antes, dai esmola do que tiverdes, e tudo vos será limpo. 11.41 Mas ai de vos, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis fazer estas cousas, sem omitir aquelas. 11.42 Ai de vós, fariseus! porque gostais da primeira cadeira nas sinagogas e das saudações nas praças. 11.43 Ai de vós que sois como as sepulturas invisíveis, sobre as quais os homens passam sem saber! 11.44

Aos escribas

 Ai de vós também, intérpretes da lei! Porque sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças, mas vós mesmos nem com um dedo os tocais.11.46 Ai de vós! Porque edificais os túmulos dos profetas que vossos pais assassinaram. 11.47 Assim, sois testemunhas e aprovais com cumplicidade as obras dos vossos pais; porque eles mataram os profetas, e vós lhes edificais os túmulos. 11.48 Por isso, também disse a sabedoria de Deus: Enviar-lhes-ei profetas e apóstolos, e a alguns deles matarão e a outros perseguirão, 11.49 para que desta geração se peçam contas do sangue dos profetas, derramado desde a fundação do mundo; 11.50 desde o sangue de Abel até ao de Zacarias, que foi assassinado entre o altar e a Casa de Deus. Sim, eu vos afirmo, contas serão pedidas a esta geração. 11.51 Ai de vós, intérpretes da lei! Porque tomastes a chave da ciência; contudo, vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando. 11.52

 A alguns fariseus, referindo-se a Herodes como raposa

Ide dizer a essa raposa que, hoje e amanhã, expulso demônios e curo enfermos e, no terceiro dia terminarei. 13.32 Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois, porque não se espera que um profeta morra fora de Jerusalém. 13.33 Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes! 13.34 Eis que a vossa casa vos ficará deserta. E em verdade vos digo que não mais me vereis até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor. 13.35

 A fariseus e escribas na casa de um dos principais fariseus (curar no sábado)

É ou não é lícito curar no sábado? 14.3 Qual de vós, se o filho ou o boi cair num poço, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado? 14.5

Quando por alguém fores convidados para um casamento, não procures o primeiro lugar; para não suceder que, havendo um convidado mais digno do que tu, (14.8) vindo aquele que te convidou e também a ele, te diga: Dá o lugar a este. Então, irás, envergonhado, ocupar o último lugar. 14.9 Pelo contrário, quando fores convidado, vai tomar o último lugar; para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, senta-te mais para cima. Ser-te-ás isto uma honra diante de todos os mais convivas. 14.10 Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado. 14.11 Quando deres um jantar ou uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te os e convidem e sejas recompensados. 14.12 Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; 14.13 e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos. 14.14

Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos. 14.16 À hora da ceia, enviou seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado. 14.17 Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me tenhas por escusado. 14.19 E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir. 14.20 Voltando o servo, tudo contou a seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. 14.21 Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandastes, e ainda há lugar. 14.22 Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa. 14.23 Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia. 14.24

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